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Principais indicadores econômicos mostraram que a Economia Fluminense se deteriorou bastante no primeiro semestre de 2016, afetando as principais atividades econômicas do Estado

24/08/2016

Os principais indicadores econômicos mostraram que a Economia Fluminense se deteriorou bastante no primeiro semestre de 2016, principalmente pela incerteza da política econômica nacional, afetando as principais atividades econômicas do Estado.

A despeito do desempenho favorável da Indústria Geral e do Setor de Serviços com crescimento de 5,7% e 1,2%, respectivamente, na comparação junho-2016/maio-2016, a Indústria Geral, o Comércio Varejista e o Setor de Serviços tiveram neste primeiro semestre de 2016 na comparação com o mesmo semestre de 2015, quedas acumuladas de 8,3%, 8,7% e 3,6%, respectivamente.

Por conta desses resultados foram excluídos 105 mil postos de trabalho e observada uma queda de 8,0% na arrecadação de ICMS no mesmo semestre.

A análise mais detalhada dos indicadores revela o seguinte desempenho: queda de 8,3% na produção industrial do Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2016 na comparação com o mesmo semestre de 2015. As principais quedas ocorreram nas seguintes atividades: Equipamento de transporte (67,6%), Metalurgia (28,6%), Farmacêutica (22,1%) e Veículos automotores (17,2) %.

Quanto ao Comércio Varejista do Estado do Rio de Janeiro os números registrados neste primeiro semestre apontam para uma queda de 8,7% no volume de vendas, em relação ao mesmo semestre de 2015. As atividades pesquisadas que apresentaram piores resultados foram: Material de construção (21,%), Móveis e eletrodomésticos (18,2%), Veículos e motos (17,8%) e Vestuário (14,5%).

No Setor de Serviços, a queda foi de 3,6%, neste semestre em comparação com o mesmo semestre de 2015. Os segmentos de Serviços profissionais e de Outros serviços foram os que apresentaram os piores desempenhos (8,1%) e (8,0%), respectivamente.

O emprego formal do Estado, segundo dados do CAGED, também apresentou redução neste período. Foram cortados somente no primeiro semestre de 2016, 105 mil postos de trabalho. Tal corte deveu-se principalmente ao saldo negativo nos empregos dos Setores de Serviços, Comércio, Construção Civil e Indústria de Transformação.

Por último, verifica-se que a arrecadação de ICMS de janeiro a junho de 2016 totalizou R$ 15.979,3 milhões em valores nominais, indicando queda de 8,0 % no primeiro semestre deste ano. Os Setores que mais contribuíram para este resultado foram os Serviços e o Comércio com recuos de 12,8% e 12,5%, respectivamente.


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