instituicaoservicoatribuicoesimprensalicitacaofaleconosco
egppceep
dctdi
dcps
 

CEPERJ reforça a necessidade de sistematizar a geoinformação no estado

21/11/2017

Especialistas da Fundação CEPERJ, que participaram na última quarta-feira, do XXVII Congresso Brasileiro de Cartografia, realizado na Escola Naval do Rio de Janeiro, ressaltaram a necessidade do Estado do Rio de Janeiro de recuperar sua política de produção, de regulamentação e de compartilhamento de informações territoriais, tanto no âmbito da Administração como no diálogo com os demais atores e segmentos da sociedade fluminense.
Técnicos da CEEP/CEPERJ apresentaram os resultados do Diagnóstico da Geoinformação na Administração Estadual do Rio de Janeiro. O trabalho descreveu o quadro atual do uso de geotecnologias e do processo de produção de informações territoriais por parte das instituições públicas na esfera do governo estadual.
O Diagnóstico contou com a participação direta de 70 técnicos da área da produção de informação e 27 órgãos de governo, também permitiu conhecer melhor o cenário da geoinformação no estado, além de ter demonstrado a importância desse tema para a gestão e para o planejamento público.
De acordo com os especialistas, atualmente, o setor público produz suas informações conforme a necessidade, muitas vezes sem seguir diretrizes e protocolos técnicos comuns. Faltam acordos de compartilhamento de dados e ferramentas entre as instituições produtoras e mantenedoras, além disso, como não há padronização em termos de forma e especificações técnicas, se torna difícil o intercâmbio e a interoperabilidade de tais insumos técnicos.
Como resposta a esses obstáculos, o diagnóstico se encerra com algumas proposições:
1. É preciso realização de Capacitações Técnicas junto aos servidores e técnicos envolvidos com a produção, uso, desenvolvimento e sistematização da geoinformação pública;
2. É necessário incentivar e ampliar as cooperações técnicas de maneira a alinhar estrategicamente instrumentos de planejamento e gestão territorial, desenvolver diretrizes e compartilhar conhecimento;
4. É fundamental criar uma rede de técnicos e gestores que lidam com a geoinformação no Estado do Rio de Janeiro – “REDE GEO”, sendo este o fórum de articulação e elaboração de diretrizes comuns de uso, de produção e de compartilhamento de dados;
5. Elaborar e publicar portarias conjuntas estipulando protocolos a serem seguidos e notas técnicas temáticas – ex: organização de metadados;
6. É central que se inicie um processo de compartilhamento tecnológico e de base de dados para fins de estudo, elaboração de termos de referência para aquisições de serviços e produtos, para elaboração de planos setoriais e sistemas de informações e desenvolvimento de projetos básicos.

 

 

 

 

 

 

(página inicial)